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segunda-feira, junho 11, 2007

um poema

Pudesse eu

Pudesse eu não ter laços nem limites
Ó vida de mil faces transbordantes
Pra poder responder aos teus convites
Suspensos na surpresa dos instantes

Sophia de Mello Breyner Andresen

Hoje, é só esta partilha. Um abraço imenso

domingo, maio 20, 2007

Obrigado, sempre

Olá gente!

Queria agradecer a todos os que me têm dado força para a concretização dos meus projectos, o último chama-se Branco. Um livro em tinta e braille, em que todos podem usufruir da leitura, um livro de integração, sem fins lucrativos, só pretende criar igualdade. Agradeço MUITO a força dos amigos, da editora, da imprensa que foi dando algum destaque, gostava de dizer-vos os nomes, mas não é delicado...vocês percebem.

Não é fácil defender causas, quando não há grupos económicos envolvidos ou apoios fortes de imprensa que mesmo lucrando com o rosa da questão lá vai divulgando as mãos que se dão. Não quero ser figura pública para ter vida pública, já que sou público porque o meu trabalho o exige, vou tentar lutar por uma igualdade, por uma obra de justiça em que acredito.

Não é fácil, mas não estou sozinho. Para breve mostrarei mais obra, mais provocante, mais polémica, mais política.Sou o que quero ser, e estou determinado a construir.

Há muita gente que nao escolheu ser diferente, e a deficiência diz respeito a todos.

Visitem: www.ajudas.com

Um abraço a quem acredita e ajuda a acreditar.

Hélder